"A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original."
Albert Einstein
Pesquisa
terça-feira, 29 de março de 2011
Geração X e Y
Para entender mais sobre esse assunto encontrei no Blog do Marcelo post que trata desse assunto, nele existe o vídeo abaixo que foi produzido pela BOX1824 que irá ajudar você a entender melhor essas duas gerações e em qual você se encaixa.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Períodos Off
Existem períodos em que eu nem posso ver internet na minha frente fora o trabalho, isso aconteceu a última vez neste mês de fevereiro.
Durante esse período não consigo nem se quer postar uma pequena mensagem de 140 caracteres no twitter, quem dirá escrever um post para o blog. É engraçado que esse período eu sinto uma aversão a internet, onde tudo perde a graça e o interesse, os sites parecem sempre os mesmos e as notícias nenhuma novidade, o que me leva a pensar que eu tive um período de uma espécie de stress cibernético se é que isso exista.
Claro que tudo isso vem de uma fonte simples de origem que é a vida corrida e agitada. Hoje a internet para mim é um fonte inesgotável de pesquisa, conhecimento e diversão o que a transforma em algo impossível de ser chata ou rotineira, no entanto, a correria e o stress do dia-a-dia nos torna mais céticos e chatos e para piorar a cada dia nasce um novo cabelo branco.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Experiência socialista
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca repetiu um só aluno antes mas tinha, uma vez, repetido uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo.' O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas em testes."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas.' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém repetiria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um A...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam Bs. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média dos testes foi D.
Ninguém gostou.
Depois do terceiro teste, a média geral foi um F.
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foram seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
Recebido por e-mail.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
O Medo da Liberdade
Se existe uma coisa que amo fazer, é desenhar. Sou cartunista. Não ganho a vida com isso, mas me divirto um bocado… E quando as pessoas
descobrem minha habilidade, invariavelmente pedem:
- Desenha alguma coisa aí?
Nessa hora eu congelo! Fico olhando aquela folha branca e… Nada!
- Desenhar o quê, pô? Um porco? Um dinossauro? Um relógio? Um sapato?
- Ah, sei lá… uma vaca, vai.
E então eu desenho a vaca. E a pessoa fica satisfeita e vai embora com o desenho da vaca. Feliz como uma criança…
Se me pedem “qualquer coisa”, demoro pra desenhar. Mas se dizem o que querem, é plaft-pluft!
Mas o tal “branco” que me dá não é só desenhando, não. Quando entro naquelas gigantescas seções de CDs e DVDs das “megastores”, por exemplo,
já sei o que vai acontecer. Esquecerei nomes de artistas, de álbuns, de músicas, de filmes e de diretores. Branco total! Se não fizer uma
lista antes, sou capaz de sair com nada nas mãos. Acredite: já aconteceu. São tantas as opções de escolha que eu escolho coisa nenhuma.
E a compra de café no supermercado, nos EUA? Tem café sem cafeína. Com menta. Com açúcar. Em grão redondo, grão oval e grão quadrado. Cru,
torrado e sublimado. É um sofrimento. E quando finalmente faço minha escolha, saio do mercado com a pulga atrás da orelha.
- Pô, tinha tanta opção… Será que fiz um bom negócio?
Dizem os especialistas que aquela máquina maravilhosa chamada cérebro, por absoluta falta de capacidade física, não consegue processar as
escolhas na velocidade das ofertas. Só conseguimos lidar com uma quantidade limitada de variáveis. Dê-me uma ou duas alternativas. Três ou
quatro. Talvez sete… Mais que isso, vira problema.
Além disso, quanto mais oportunidades de escolha, mais expostos ficamos a uma coisa com a qual não lidamos bem: a liberdade.
Você já subiu em um prédio, chegou até a beirada e olhou para baixo? Qual é
sensação que você tem? Medo, não é? Pois é. E medo de quê? A
maioria das pessoas dirá:
- De cair!
Engano seu… Aquele medo que aparece não é de cair. Você fica apavorado porque, naquele instante, vem à consciência uma verdade terrível: se quiser pular, você pode! Não vai pular, mas se quiser, pode…
É esse o medo que apavora: a certeza de que podemos fazer o que quisermos com nossa vida. Toda a responsabilidade do mundo cai em seu colo.
Você está diante de um risco, sozinho, dono de seu destino, livre para construir o futuro. Se falhar na escolha e os outros ficarem sabendo,
você poderá ser criticado, ridicularizado. Que horror! É isso que apavora. Paralisa…
E então você escolhe “ficar na sua”, seguir o rebanho e não inventar moda.
A consciência da liberdade de escolha dá medo. Por isso precisamos de pessoas que orientem nossas escolhas, que nos dêem a sensação de
alívio daquela tal responsabilidade. Gente que nos dê segurança.
Para vencer o medo da liberdade de escolher você precisa estudar, aprender, ilustrar-se.
Nada disso garante que você se transformará num líder. Mas ajuda a escolher que líder seguir.
Por Luciano Pires
Publicado por AnalistaTI